Garantir a eficiência de uma estrutura do tamanho do Ecad requer um forte controle e gestão dos recursos e dos processos de suas atividades.
 
Aliados à qualificação das equipes, fatores como a melhoria contínua dos processos, o controle dos padrões operacionais, a constante política de redução de despesas, o aumento da qualidade e eficiência do trabalho e a automação de várias atividades vêm proporcionando ao Ecad alcançar, ao longo dos anos, resultados financeiros positivos que se traduzem numa maior distribuição de direitos autorais aos titulares de música. Sem uma estrutura moderna e uma equipe eficiente, as atividades de arrecadação e distribuição não alcançariam as metas fixadas pelas associações integrantes, gestoras do Ecad e representantes de milhares de titulares a elas filiados.
 
O Ecad é auditado anualmente por empresas independentes de renome no mercado, e por órgãos públicos como Receita Federal e INSS, sendo seu desempenho aprovado ano após ano. Mesmo não sendo obrigado por lei a publicar seus balanços patrimoniais e sociais (incluindo o seu relatório de sustentabilidade), nos últimos anos, o Ecad vem veiculando, em jornal de grande circulação e em seu website, os seus números contábeis e sociais, a fim de ratificar a transparência de sua atuação. No Balanço Patrimonial, por exemplo, estão demonstrados o seu patrimônio, os investimentos realizados, as receitas e despesas, entre outras informações.
 
A elaboração do balanço social do Ecad reflete a tendência de empresas socialmente responsáveis com os seus funcionários e com a comunidade ao seu redor.
 
“A criação do Ecad foi um desejo da classe artística e um avanço na administração dos direitos autorais de execução pública musical no Brasil, através da gestão coletiva das associações de música que administram a instituição, um exemplo de democracia e respeito aos diversos interesses envolvidos”, ressalta Gloria Braga, superintendente executiva do Ecad.
 
 
Resultados do Ecad em 2017: bravo!
 

Mais de R$ 1 bilhão de direitos autorais distribuídos para os artistas. Quando a gente aumenta o volume, a música agradece.

O Ecad atingiu a marca de R$ 1.082.664.366 em direitos autorais distribuídos para 259 mil artistas e associações. É um recorde: 37% a mais em relação ao ano passado. Esse crescimento da execução pública musical é fundamental para a indústria criativa, a cultura e a economia do país porque remunera e mantém produtivo quem trabalha e vive para a música. 

Um resultado em sintonia para quem mantém a música viva.